Agrishow 2019 prevê R$ 2,9 bilhões em negócios com foco em conectividade e inovação

May 1, 2019

Bancos com linhas de crédito de pelo menos R$ 6 bilhões, rodadas internacionais de negócios e espaços destinados a novas tecnologias e difusão de conhecimento estão à espera dos mais de 150 mil visitantes que devem movimentar a Agrishow, maior feira de tecnologia para o agronegócio do país que começa nesta segunda-feira (29) em Ribeirão Preto (SP).

 

O evento que ocupa uma área equivalente a 52 campos de futebol com 800 expositores projeta realizar até 3 de maio R$ 2,97 bilhões em negócios, algo 10% maior do que no ano passado. Os ingressos podem ser adquiridos com antecedência pelo site oficial ou na portaria.

 

Os ministros da Agricultura, Tereza Cristina, e Meio Ambiente, Ricardo Salles, além do governador de São Paulo João Doria (PSDB) confirmaram presença na abertura. Também está prevista a participação do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) na cerimônia.

 

As projeções são impulsionadas pelo crescimento de 12% nas vendas no primeiro trimestre deste ano calculado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). Além disso, a safra de grãos para este ano deve ser a segunda maior da história, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

Além dos grandes equipamentos que consagram a feira como uma grande vitrine das tecnologias do campo, a Agrishow apresenta como novidades uma arena de conhecimento, com palestras, a retomada de um espaço voltado a fertilizantes e sementes, e uma arena de inovação dedicada a startups que trabalham pela conectividade do campo.

 

Entre os destaques estão uma parceria conjunta entre diferentes empresas presentes visa levar internet a diferentes regiões agrícolas brasileiras. O uso sistemático de tecnologias associadas ao big data e computação em nuvem estará em evidência em áreas como o estande Banco de Dados Colaborativo do Agricultor (BDCA), segundo o presidente.

 

“Esse banco de dados vai conectar todas as máquinas de qualquer marca, vai jogar os dados na nuvem, onde o agricultor pode obter esses dados, transformar informações, fazer uso disso, mapas agronômicos, ou fornecer ao fornecedor de insumos, de máquinas para melhorar a performance e ter ganhos de produtividade na lavoura dele”, explica Matturro.

 

Os visitantes ainda contarão com um longe jurídico, onde advogados tirarão dúvidas sobre questões legais, entre elas as implicações do Código Florestal.

 

“Ainda tem muita dúvida. Todo mundo pratica, todo mundo está cumprindo o Código Florestal, é assim que manda a lei e o agricultor faz isso por consciência, mas é bom que ele tire dúvidas se ele está fazendo certo ou não.”

 

Confira a notícia completa no site G1.

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